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Dr. Sandro Zelada – Ortopedista, Traumatologista e Cirurgião de Joelho nos Jardins e Itaim em São Paulo – SP

A dor na parte da frente do joelho é uma queixa comum. Em muitos casos, ela está ligada à Condromalácia de Joelho.

Essa condição afeta a cartilagem que reveste a patela, também conhecida como rótula.

Com o tempo, essa cartilagem se desgasta, causando dor, estalos e até limitação de movimento.

A condromalácia pode surgir em pessoas ativas, atletas ou mesmo em quem não pratica esportes.

Muitas vezes, o problema é silencioso no início e vai piorando com o tempo.

Neste artigo, você vai entender:

  • O que é condromalácia
  • Quais são os sintomas mais comuns
  • O que causa esse desgaste
  • Como é feito o diagnóstico
  • E quais são os melhores tratamentos

Se você sente desconforto ao subir e descer escadas, agachar ou ficar muito tempo sentado, vale a pena ler este conteúdo até o fim.

Cuidar da saúde do joelho é essencial para manter sua mobilidade e qualidade de vida.

Por que escolher o Dr. Sandro Zelada como seu médico?

Quando você busca um médico para tratar o joelho, é importante escolher alguém com experiência, formação sólida e compromisso com o paciente. O Dr. Sandro Zelada reúne tudo isso.

Atendimento nos Jardins e Itaim em São Paulo.

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Veja por que ele é uma excelente escolha para cuidar da sua saúde:

1. Especialização de alto nível

O Dr. Sandro é mestre em cirurgia do joelho pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da USP (IOT HCFMUSP).

Formação realizada em uma das mais respeitadas instituições do país.

2. Experiência focada em joelho

Sua carreira foi construída com foco total no estudo do joelho. Ele trata casos como:

  • Artrose
  • Lesões ligamentares e multi ligamentares
  • Lesões de menisco
  • Dores crônicas e limitações funcionais

3. Atuação em hospitais de excelência

Faz parte do corpo clínico, do pronto atendimento e da retaguarda em Ortopedia e Cirurgia do Joelho nos hospitais:

  • Sírio-Libanês
  • Vila Nova Star

Esses hospitais estão entre os mais modernos do Brasil.

4. Reconhecimento nacional

É membro titular da SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia). Também integra a SBCJ (Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho).

Essas instituições reconhecem médicos com qualificação científica e atuação de destaque.

5. Formação completa, atualizada, acadêmica e internacional

Graduado em Medicina pela PUC-Campinas. Fez residência em Ortopedia e especialização em Cirurgia do Joelho na mesma instituição.

Realizou, também, Fellow em Cirurgia do Joelho no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da USP (IOT HCFMUSP).

Últimos Cursos internacionais: França (2025) – treinamento em cirurgia robótica de Prótese de Joelho – total e unicompartimental. Portugal (2024) – treinamento em cirurgias para correções de alinhamento da perna.

Congresso Brasileiro de Cirurgia do Joelho – Rio de Janeiro 2024: Pesquisa apresentada – Uso da Tomografia Computadorizada com Carga (em pé) para avaliação da instabilidade do joelho com lesão do Ligamento Cruzado Anterior (LCA).

Sua formação é contínua, com foco em técnicas modernas e seguras.

6. Atendimento personalizado

O Dr. Sandro tem como missão oferecer um tratamento preciso e individualizado.

Ele entende que cada paciente tem uma história, um ritmo e um objetivo diferente.

Para isso, escuta com atenção e propõe soluções específicas para cada caso.

7. Compromisso com o movimento sem dor

Seu objetivo é claro: Devolver o movimento, sem dor, com segurança e rendimento.

A meta é permitir que o paciente retome a rotina com mais liberdade e qualidade de vida.

Escolher o Dr. Sandro Zelada é contar com um especialista que une conhecimento técnico, científico, experiência prática e cuidado humano.

Seu joelho merece esse nível de atenção.

O que é condromalácia de joelho?

A condromalácia é o desgaste da cartilagem que reveste a parte de trás da patela. É também conhecida como dor anterior de joelho ou disfunção patelofemoral. Esse conjunto de definições se refere a dor relacionada à articulação patelofemoral.

A patela é o osso da frente do joelho, conhecido como rótula.

Esse desgaste faz com que a cartilagem fique mais fina, áspera ou até rachada.

Com o tempo, o atrito entre os ossos aumenta e causa dor ao se movimentar.

A condromalácia é mais comum em jovens ativos, em pessoas que forçam muito os joelhos e em pacientes na faixa dos 50 anos.

Mas também pode surgir em quem tem desalinhamento nos membros inferiores.

Em estágios iniciais, o desconforto pode ser leve.

Se não tratada, pode evoluir e limitar as atividades do dia a dia.

Ela é classificada em graus, que variam de 1 a 4:

  • Grau 1: amolecimento da cartilagem
  • Grau 2: rachaduras superficiais
  • Grau 3: fissuras mais profundas
  • Grau 4: exposição do osso abaixo da cartilagem

Quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores são as chances de se tratar sem cirurgia.

Por isso, é importante observar os sinais e buscar ajuda especializada.

Como a cartilagem do joelho é afetada?

A cartilagem do joelho tem uma função essencial:
proteger os ossos e permitir que o movimento seja suave e sem dor.

Ela reveste a parte de trás da patela e o sulco do fêmur por onde a patela desliza.

Quando saudável, essa superfície é lisa, resistente e bem lubrificada.

Na condromalácia, essa cartilagem começa a sofrer alterações.
Essas alterações podem surgir por:

  • Sobrecarga nos joelhos
  • Movimentos repetitivos
  • Falta de alinhamento nas pernas
  • Enfraquecimento muscular
  • Traumas ou impactos diretos
  • Má postura ao caminhar ou correr

Com o tempo, a cartilagem:

  • Perde a espessura
  • Fica irregular
  • Amolece
  • Racha ou se fragmenta

Esse desgaste aumenta o atrito entre os ossos e causa dor, principalmente ao subir e descer escadas, agachar ou ficar muito tempo sentado.

Se a cartilagem se desgasta completamente, o osso fica exposto, condição que pode ser definida como artrose patelar.

Isso agrava o quadro e pode gerar inflamações e limitações no movimento.

Por isso, é fundamental identificar e tratar o problema o quanto antes. Preservar a cartilagem é proteger a mobilidade do joelho.

Principais sintomas da condromalácia

A condromalácia pode começar de forma silenciosa.

No início, os sintomas são leves e aparecem apenas em certas posições ou esforços.

Com o tempo, a dor pode se tornar mais frequente e atrapalhar atividades simples do dia a dia.

Dor na parte da frente do joelho

Veja os sintomas mais comuns:

1. Dor na parte da frente do joelho
É o sinal mais característico.
Costuma piorar ao subir e descer escadas, agachar ou levantar de cadeiras baixas.

2. Sensação de joelho “travando” ou “falhando”
O movimento pode não ser fluido.
Em alguns casos, o joelho pode parecer instável.

3. Estalos ao movimentar o joelho
Os ruídos surgem principalmente ao flexionar ou estender a perna.

4. Inchaço leve e desconforto após atividades físicas
A região pode parecer mais “cheia” e sensível ao toque.

5. Dor ao permanecer muito tempo sentado com o joelho dobrado
É comum sentir desconforto ao dirigir, em viagens ou ao assistir TV.

6. Fraqueza muscular ou dificuldade para manter a perna estendida
A dor pode inibir o uso da musculatura corretamente.

Esses sintomas podem variar de pessoa para pessoa. Nem todos sentem dor intensa, especialmente no início.

Ao perceber qualquer um desses sinais, o ideal é procurar um ortopedista.

O diagnóstico precoce ajuda a evitar o avanço da lesão e a necessidade de procedimentos mais complexos.

Causas mais comuns desse desgaste no joelho

A condromalácia é um desgaste da cartilagem da patela. Esse problema pode surgir por vários motivos.

Em muitos casos, é causado por hábitos do dia a dia.

Veja as causas mais comuns:

1. Sobrecarga nas articulações
Esforços repetitivos sobre o joelho aceleram o desgaste.
Isso é comum em pessoas que sobem muitas escadas, correm ou agacham com frequência.

2. Fraqueza muscular
Músculos fracos ao redor do joelho deixam a articulação desprotegida.
Isso aumenta o atrito e a pressão entre a patela e o fêmur.

3. Alterações no alinhamento das pernas
Pernas muito arqueadas ou joelhos em “ X “ (varo ou valgo) geram pressão desigual na cartilagem.

4. Uso inadequado das articulações
Agachar de forma errada ou levantar peso com má postura prejudica o joelho com o tempo.

5. Traumas e quedas
Batidas diretas na patela ou torções podem danificar a cartilagem.

6. Calçados inadequados
Sapatos com salto alto alteram o jeito de caminhar e afetam a distribuição da carga.

7. Prática de esportes de impacto sem preparo adequado
Correr, jogar futebol ou fazer exercícios com impacto sem alongar ou fortalecer os músculos aumentam o risco de lesões articulares.

8. Fatores genéticos ou estruturais
Algumas pessoas já nascem com predisposição ao desalinhamento da patela.

9. Excesso de peso corporal
Mais peso significa mais carga sobre o joelho.
Isso pode acelerar o desgaste da cartilagem.

Identificar a causa é essencial para um tratamento eficaz.

Com pequenas mudanças na rotina, é possível evitar a progressão da lesão e proteger o joelho no longo prazo.

Fatores de risco que aumentam as chances de desenvolver condromalácia

A condromalácia pode afetar pessoas de diferentes idades.

Mas alguns fatores aumentam o risco de desenvolver esse desgaste na cartilagem do joelho.

Conhecer esses fatores ajuda na prevenção e no cuidado com as articulações.

Veja os principais:

1. Idade jovem e ativa
Adolescentes e adultos jovens que praticam atividades físicas intensas têm mais chance de desenvolver o problema.

2. Esportes de impacto ou com agachamentos repetitivos
Corrida, futebol, vôlei e musculação em excesso podem sobrecarregar a patela.

3. Fraqueza muscular
Músculos das coxas fracos deixam o joelho desprotegido.
Isso aumenta a pressão e a sobrecarga da patela com o fêmur.

4. Desequilíbrio entre músculos da coxa
Quando um lado da musculatura é mais forte que o outro, há desequilíbrio nas articulações e maior risco para lesões.

5. Alterações no alinhamento das pernas
Perna em “X” (joelho valgo) causa pressão desigual na cartilagem patelofemoral. Há, ainda, risco de alteração da altura da patela e do alinhamento do tendão patelar.

6. Histórico de traumas no joelho
Batidas, quedas ou torções podem iniciar o processo de desgaste.

7. Uso de calçados inadequados
Sapatos que não amortecem o impacto ou causam instabilidade aumentam o esforço sobre o joelho.

8. Sedentarismo ou movimentos repetitivos no trabalho
Ficar muito tempo sentado ou fazer tarefas repetitivas sem pausas também prejudica a saúde articular.

9. Excesso de peso corporal
Mais peso significa mais carga sobre o joelho a cada passo.

Evitar ou controlar esses fatores reduz o risco de desenvolver condromalácia.

E para quem já tem sintomas, esses cuidados são essenciais para evitar a progressão da lesão.

Diferença entre condromalácia e outras dores no joelho

Nem toda dor no joelho é condromalácia.

Existem várias causas para esse tipo de desconforto. Cada uma tem características diferentes.

A condromalácia afeta principalmente a cartilagem da patela. Outros problemas podem envolver ligamentos, meniscos, tendões ou os próprios ossos.

Veja como a condromalácia se diferencia de outras dores:

1. Local da dor

  • Condromalácia: dor na parte da frente do joelho ou ao redor da patela.
  • Lesões de menisco: dor na lateral ou dentro da articulação.
  • Tendinite: dor localizada nos tendões, geralmente abaixo da patela.

2. Causa mais comum

  • Condromalácia: desgaste da cartilagem por sobrecarga ou desalinhamento.
  • Entorses e lesões ligamentares: causadas por torções ou impactos.
  • Artrose: desgaste mais avançado, comum em pessoas com mais idade.

3. Sintomas principais

  • Condromalácia: dor ao subir e descer escadas, agachar ou permanecer sentado por muito tempo.
  • Lesão meniscal: dor ao girar o joelho, travamento ou estalos.
  • Ligamentos rompidos: instabilidade ao caminhar, sensação de que o joelho “sai do lugar”.

4. Idade dos pacientes

  • Condromalácia: mais comum em jovens e adultos ativos.
  • Artrose: mais frequente após os 50 anos.
  • Lesões ligamentares e meniscais: podem acontecer em qualquer idade, principalmente em esportistas.

5. Evolução

  • A condromalácia tende a piorar com o tempo se não for tratada.
  • Outras lesões podem surgir de forma súbita, como após uma queda ou movimento brusco.

Por isso, é essencial procurar um ortopedista para um diagnóstico correto.

Só com avaliação clínica e exames de imagem é possível identificar a causa da dor. Assim, o tratamento será mais preciso e eficaz.

Como é feito o diagnóstico da condromalácia?

O diagnóstico da condromalácia começa com uma consulta médica.

O ortopedista avalia os sintomas, examina o joelho e, se necessário, solicita exames de imagem.

Esse processo é importante para confirmar o desgaste da cartilagem e identificar o grau da lesão.

Veja como funciona:

1. Avaliação clínica
O médico faz perguntas sobre:

  • Quando a dor começou
  • Em quais situações ela piora (como escadas ou ficar muito tempo sentado)
  • Histórico de traumas ou cirurgias
  • Prática de esportes ou atividades repetitivas

2. Exame físico do joelho
Durante a consulta, o ortopedista:

  • Observa o movimento da patela
  • Testa a força muscular da coxa
  • Verifica pontos de dor
  • Avalia o alinhamento das pernas

3. Exames de imagem
Para confirmar o diagnóstico e avaliar o grau de condromalácia, pode ser solicitado:

  • Ressonância magnética: mostra com clareza o estado da cartilagem
  • Raio-X: ajuda a descartar outros problemas, como artrose ou fraturas 
  • Tomografia Computadorizada: avalia aspectos estruturais como altura patelar, formação e ângulo da tróclea femoral e alinhamento do tendão patelar.

4. Classificação da cartilagem
Após o exame, a condromalácia pode ser classificada de 1 a 4:

  • Grau 1: amolecimento da cartilagem
  • Grau 2: rachaduras leves
  • Grau 3: fissuras mais profundas
  • Grau 4: desgaste total com exposição do osso

Um diagnóstico preciso é essencial para escolher o tratamento mais adequado.

Quanto mais cedo a condromalácia for identificada, maiores são as chances de evitar a progressão e controlar os sintomas com sucesso.

Tratamentos mais indicados para condromalácia de joelho

O tratamento da condromalácia depende do grau de desgaste da cartilagem.

Nos estágios iniciais, é possível controlar os sintomas com medidas simples.

Já em casos mais avançados, pode ser necessário um acompanhamento mais intenso.

O objetivo principal é aliviar a dor, proteger a cartilagem e melhorar a função do joelho.

Veja as abordagens mais comuns:

1. Fisioterapia

É o principal tratamento não cirúrgico. A fisioterapia ajuda a:

  • Fortalecer a musculatura da coxa (fundamental)
  • Corrigir desequilíbrios musculares
  • Reduzir a sobrecarga no joelho

2. Exercícios específicos
Exercícios de baixo impacto são indicados, como:

  • Alongamentos
  • Treinos de equilíbrio
  • Bicicleta ergométrica leve
  • Fortalecimento muscular guiado

Tudo deve ser feito com orientação profissional.

3. Mudanças de hábito
Alguns ajustes na rotina fazem grande diferença:

  • Evitar escadas e agachamentos profundos
  • Fazer pausas ao permanecer muito tempo sentado
  • Usar calçados adequados
  • Manter o peso sob controle

4. Compressas frias
Aplicar gelo por 15 a 20 minutos ajuda a aliviar a dor e o inchaço.

5. Suporte com órteses (casos específicos)
Em alguns casos, o uso de joelheira pode ajudar a alinhar melhor o joelho durante o movimento.

6. Infiltrações (em situações selecionadas)
Podem ser utilizadas quando há inflamação persistente, mas sempre com indicação médica. Objetivo de redução da dor e melhora da lubrificação da articulação. Normalmente realizadas com ácido hialurônico e/ou corticóide, varia de acordo com a situação da lesão.

7. Cirurgia (quando necessário)
A cirurgia só é indicada em casos mais graves, quando o desgaste é avançado ou não há melhora com o tratamento conservador.

A cirurgia pode variar entre 3 principais:

Artroscopia (minimamente invasiva), para correção de lesão única.

Realinhamento patelar, para correção do alinhamento da patela.

Prótese patelofemoral (artroplastia parcial), para casos com desgaste avançado da articulação patelofemoral.

O acompanhamento com um ortopedista é essencial.

Com o tratamento adequado, muitos pacientes conseguem controlar os sintomas e retomar suas atividades com segurança.

Exercícios e atividades recomendadas no tratamento

A prática de exercícios é parte fundamental no tratamento da condromalácia.

Eles ajudam a fortalecer a musculatura, melhorar a estabilidade e reduzir a dor no joelho.

Mas é importante lembrar: os exercícios devem ser feitos com orientação de um profissional especialista na atividade.

Veja os mais indicados:

1. Fortalecimento do quadríceps
O quadríceps é o músculo da frente da coxa.

Quando ele está forte, protege a articulação do joelho.

Exemplos:

  • Elevação de perna estendida
  • Agachamento parcial (com mobilidade de 40 a 90 graus)
  • Exercícios com caneleira leve, em posição sentada

2. Fortalecimento dos glúteos e posteriores da coxa
Esses músculos também ajudam a manter o joelho mais equilibrado.

Exemplos:

  • Ponte com elevação do quadril
  • Abdução de perna deitada de lado
  • Mesa flexora com pouca carga

3. Exercícios de baixo impacto
São seguros e evitam sobrecarga na articulação.

Opções:

  • Caminhada leve
  • Bicicleta ergométrica com banco ajustado
  • Hidroginástica ou natação

4. Alongamentos
Reduzem a tensão muscular e melhoram a mobilidade.

Áreas que devem ser alongadas:

  • Parte anterior e posterior da coxa
  • Panturrilha
  • Quadril

5. Exercícios de equilíbrio e propriocepção
Ajudam a melhorar o controle do movimento do joelho.

Exemplos:

  • Ficar em um pé só
  • Uso de disco de equilíbrio
  • Caminhar em linha reta sobre uma faixa no chão

Evite exercícios de alto impacto como corrida, saltos e agachamentos profundos. Eles podem piorar o desgaste da cartilagem.

Com acompanhamento adequado, esses exercícios ajudam a aliviar os sintomas e a recuperar a função do joelho com segurança.

Cuidados no dia a dia para evitar piora do quadro

Pequenas atitudes no cotidiano fazem muita diferença no controle da condromalácia.

Elas ajudam a reduzir o desgaste da cartilagem e a aliviar a dor no joelho.

Veja os principais cuidados:

1. Evite subir e descer escadas com frequência (se possível)
Esse movimento pressiona diretamente a cartilagem da patela.
Dê preferência a elevadores ou rampas.

2. Não fique muito tempo sentado com o joelho dobrado
Se precisar permanecer sentado, estique a perna de tempos em tempos.
Isso reduz a pressão na região.

3. Use calçados adequados
Prefira sapatos com bom amortecimento e apoio.
Evite salto alto ou solado muito fino.

4. Fortaleça os músculos das pernas
Manter a musculatura forte protege a articulação.
Inclua exercícios leves na rotina, com orientação profissional.

5. Mantenha o peso sob controle
O excesso de peso sobrecarrega o joelho.
Uma alimentação equilibrada ajuda a evitar sobrecarga.

6. Cuidado ao agachar
Evite agachamentos profundos ou com peso.
Se precisar abaixar, faça com as costas retas e sem forçar os joelhos.

7. Respeite os limites do seu corpo
Se sentir dor, pare a atividade.
Dor é sinal de que algo está errado.

8. Aqueça antes de se exercitar
Movimentar o corpo antes da atividade prepara a articulação.
E reduz o risco de lesão.

Com disciplina e atenção aos movimentos diários, é possível conviver bem com a condromalácia e manter a qualidade de vida.

O acompanhamento com um ortopedista é essencial para avaliar o progresso e ajustar o tratamento sempre que necessário.

Quando procurar um ortopedista especializado em joelho?

Nem toda dor no joelho precisa de atendimento imediato. Mas alguns sinais indicam que é hora de buscar um especialista.

O ortopedista de joelho tem formação específica para diagnosticar e tratar alterações nessa articulação com mais precisão.

Veja os principais sinais de alerta:

1. Dor persistente
Se a dor dura mais de alguns dias, mesmo em repouso, é importante investigar.
Dor constante pode ser sinal de desgaste ou lesão.

2. Dificuldade para andar ou em escadas
Se você sente insegurança ou dor ao se movimentar, seu joelho pode estar comprometido.

3. Inchaço frequente
Inchaços recorrentes ou que aparecem após atividades físicas devem ser avaliados.

4. Estalos acompanhados de dor
Estalos isolados são comuns.
Mas se vierem com dor ou travamentos, é hora de procurar ajuda.

5. Sensação de instabilidade ou fraqueza no joelho
Se o joelho parece “falhar” ao caminhar ou mudar de direção, pode haver uma lesão.

6. Histórico de trauma ou queda recente
Mesmo que a dor pareça leve no início, o impacto pode ter causado uma lesão interna.

7. Limitação de movimentos
Dificuldade para dobrar ou esticar completamente o joelho exige avaliação médica.

8. Dor que piora com atividades simples
Sentir desconforto ao ficar sentado, levantar de uma cadeira ou agachar deve ser investigado.

O diagnóstico precoce faz toda a diferença no tratamento.

Quanto antes for identificado o problema, maiores são as chances de evitar cirurgias e manter o joelho saudável.

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